05 outubro 2011

Não me diga que não faremos o dia que está sendo construído!



Não me diga que não faremos o dia que está sendo construído.

E chegaremos então ao tempo em que lamentaremos termos feito parte do tempo onde o silêncio do falso consenso predomina.

Suas armas contêm silenciadores poderosos, no entanto há de chegar o dia em que o simulacro da existência que você criou, desabará como um frágil castelo de cartas marcadas. Marcadas pela dor dos que não participam da tua abundância, do calor que abriga poucos e da saciedade que nunca vem.

Nunca diga que irá me silenciar, pois arcarei a vida de rebeldes trombetas permanentes da denúncia da farsa que você é. A vigília permanente que faço do teu caráter é alimentada permanentemente pela dor que forjas todos os dias na humanidade.

Que o meu cansaço seja amenizado pelo manto de esperança que aquele da cruz semeou. E não me diga que não faremos o dia que está sendo construído, por que eu então andarei sobre tuas palavras em minhas solas, espremendo-as até impingir a tua retirada deste cenário de autômatos e então, ter o desvelo com quem sofreu com tuas mandíbulas malcheirosas de tártaro-financeiro.

Não me diga que não faremos o dia que está sendo construído.

31 agosto 2011

CAOS NOS TRANSPORTES PÚBLICOS DO RJ


Governador do Rio de Janeiro criminaliza de forma generalizada os transportes alternativos.Se aproveita o mandatário já que alguns,principalmente na zona oeste são ligados às milícias,companheiras de palanque do senhor governador, para fotalecer seus apoios políticos de empresários do ramo do transporte.

A Ilegalidade nos transportes públicos é o resultado direto da omissão do governador,facilitando a farra dos empresários de ônibus.Este senhor que nos governa junto ao seu boneco de louça Paes,pretende a extinção completa do transporte alternativo,até mesmo em lugares onde não há cobertura de linhas de ônibus.

Transporte público é concessão pública do Estado,não deveria estar a mercê das vontades de empresários por lucros fáceis. As linhas de trem do Brasil e do Rio de Janeiro, são as únicas que diminuiram de tamanho nos últimos 20 anos graças ao modelo rodoviarista adotado pelo liberal-desenvolvimentista JK.

O que é de responsabilidade direta do governo estadual,os bondes,ficaram por décadas abandonados até que começaram a matar.A associação de moradores de Santa Tereza,denuncia há muito este descaso do governo.

Existe a expectativa de que em 2014 o Rio terá 3milhões de veículos particulares,número que corresponde a metade da população.A corrida aos carros ou ao uso de transportes alternativos não existiria se o transporte público no RJ não fosse caótico.Isso sem falar no potencial hidroviário desprezado.

A ausência de políticas públicas sérias nos transportes públicos asfixia a qualidade de vida da população pobre carioca,que passa horas diárias em ônibus,que em lugar nenhum do mundo é considerado transporte de massa.Engenheiros de trânsito afirmam que construções de vias rodoviárias não solucionam problemas do transporte nas grandes cidades.

Presenciamos hoje no Rio de janeiro junto a tentativa de extinção dos transportes alternativos, a extinção da governabilidade e da moralidade pública.Só não serão extintas as relações libidinosas entre o público e o privado.



07 agosto 2011

Síndicos do edifício do Capital.


Organismos financeiros internacionais e seus governos marionetes tem nos cortes de gastos sociais,suas ferramentas preferidas para aplacar as crises que seus especuladores provocam.

Estados nacionais,em tempos do "globalitarismo" atuam como meros administradores dos negócios de banqueiros e das elites econômicas nacionais,como o agronegócio,cada vez mais ligado às regras do jogo internacional.

Nos EUA,republicanos e democratas fazem um jogo de cena,com relação as tarefas para soluções da crise.Jogam os dois,o jogo do mercado,bem como fazem aqui PT e PSDB.

Ficaremos a mercê das sobras e migalhas das classes dominantes ou nos mobilizaremos para impedir as perdas de direitos e aprofundamento das desigualdades,fruto de uma receita que dita a subserviência com atrelamento das riquezas à pagamentos de juros das dívidas,onde o suor do trabalhador brasileiro é o óleo para a máquina do enriquecimento dos ricos. 

Esta nova crise do Capital deveria ser paga pelo próprio,mas não será isso que veremos.Temos um governo comprometido com as soluções apresentadas pelos organismos financeiros.Aguardemos os movimentos dos síndicos do Capital ou enchamos as ruas.Outra solução não haverá.


15 junho 2011

Cabral: farsa ou tragédia?


Em "18 de brumário de Luís Bonaparte" Marx dizia que a História se repete,primeiro como tragédia,depois como farsa.

De Cabral à Cabral,tenho dúvidas de como classificar o último Cabral:Tragédia ou farsa?

Os dois cabem bem ao governador do RJ.É uma farsa,na medida que constrói sua imagem com factóides,ou com ações na segurança que lhe serve de lastro para as aberrações que pratica com servidores públicos, e como consequência,com quem mais precisa dos serviços prestados pelo Estado,os mais pobres.

É uma tragédia na medida que a opção pela solução dos problemas sociais não existe.Cedae decadente,corrupção em superfaturamentos de obras,virulência contra professores,bombeiros e médicos,etc.Pobreza e miséria se alastram na Baixada Fluminense,por exemplo,onde serviços essenciais como água potável e saneamento básico,são ainda um sonho distante.

A História marcará esta época no RJ como a aplicação dissimulada de um projeto fascista com tintas liberais:O Estado à serviço do Capital.Não mudou muito desde os tempos de Marx.

13 maio 2011

Por uma nova Globalização,por uma nova Abolição!


É urgente a reflexão sobre o processo de globalização excludente.O mundo hiper-real das novas tecnologias alucina as classes médias,atrofia a capacidade de pensar no outro,empaca as lutas sociais que desejam a promoção da justiça e da paz.

Neste 13 de maio(BRASIL) é preciso refletirmos sobre a nova abolição que desamarre os grilhões da fome,da pobreza e da miséria.Metade da população mundial não faz três refeições por dia e 1 bilhão não possuem sequer acesso à água potável.Por uma nova globalização,solidária entre os povos e não competitiva.Por uma nova abolição!

17 abril 2011

REFORMA AGRÁRIA OU BARBÁRIE!



O massacre de Eldorado dos Carajás em 17 de abril de 1996 é um símbolo dos conflitos de terra no Brasil.Símbolo de uma reforma agrária que ainda não foi feita,pelos comprometimentos dos governos com os latifúndios ou agro-negócios.

"Passados 13 anos do massacre no Pará, permanecem soltos os 155 policiais que mataram 19 trabalhadores rurais, deixaram centenas de feridos e 69 mutilados. Entre os 144 incriminados, apenas dois foram condenados depois de três conturbados julgamentos: o coronel Mário Collares Pantoja e o major José Maria Pereira de Oliveira. Ambos aguardam em liberdade a análise do recurso da sentença, que está sob avaliação da ministra Laurita Vaz, do STJ (Superior Tribunal de Justiça).Fica aqui a lembrança pelo aniversário do ocorrido e a esperança de que seja feita justiça."

Existem hoje aproximadamente 4 milhões de famílias sem terra no Brasil,um dos poucos países que não fizeram reforma agrária,que é a divisão de terras,assentando brasileiros que produzirão alimentos mais baratos,pois não estarão atrelados ao modelo agroexportador e monocultor. Todo apoio às lutas dos trabalhadores rurais sem-terra!


15 abril 2011

LIXO (ou A arte de me lixar pra vida do planeta).


A corrida espacial, característica do período da guerra fria, fez com que agências espaciais de USA e URSS projetassem em grande velocidade elementos eletrônicos para atender às demandas da concorrência espacial. Mais do que nunca, esta corrida era fundamental para propagandear a excelência do sistema.

A NASA então descobre que boa parte de suas descobertas serviria ao mercado, a internet é uma delas,e a descoberta mais importante seria a vida curta dos objetos e tecnologias inventadas.Este processo ficou conhecido como “obsolescência programada” e “obsolescência planejada”.

Desde então o mercado se lambuza com os altos lucros com cada vez menos custos, aliados ao espaço conquistado pela tecnologia sobre os postos de trabalho. Estava pronta a receita para a expansão global do Capital.
O resultado é a obsolescência absurdamente rápida dos produtos consumidos nos dias de hoje, graças a pouca durabilidade e principalmente, um elemento advindo da cultura de massa, a moda.
Mesmo que o produto dure mais tempo, a moda é capaz de enterrar em definitivo a vida útil de produtos ainda em funcionamento.

O fenômeno da descartabilidade do produto em busca de outros que atendam as expectativas de maior tecnologia ou potência é o mais cruel dos elementos da Globalização econômica.
O Status da posse de um produto recém lançado é o maior incentivo para trocar um produto por um mais novo.

Empresas de tecnologia nem precisam se preocupar em que os produtos quebrem com rapidez.Basta que se criem novos softwares(programas) que não se adaptem aos “velhos” hardwares,para decretar o enterro das máquinas.

Todo este planejamento do Capital faz surgir um problema crucial que é o lixo produzido.Sem a devida importância dada a este problema,o planeta é incapaz de absorver com a mesma velocidade com que se descarta,tanto quanto a velocidade com que se retira do meio ambiente a matéria prima para se produzir a partir das demandas colocadas pela moda,pelas obsolescências planejadas e programadas.

A capacidade de adaptação e manipulação do Capital e seu aliado imediato,os meios de comunicação, é grande.Aí inventaram a expressão “Desenvolvimento sustentável”.Retirar matérias primas da natureza  de forma sustentável passou a ser a palavra de ordem dos defensores do sistema e até mesmo de forças progressistas reformistas.  

Há uma incompatibilidade entre “desenvolvimento sustentável” e a expropriação do planeta na escala em que se verifica.

A cultura do consumismo é construída desde a infância pelos meios de comunicação.Existem pesquisas que demonstram que se tenta através da propaganda ,através da erotização da infância,diminuir a infância para que se alcance a adolescência com maior velocidade,visto que, é a faixa de consumo maior na vida de um ser humano,faixa de idade que atende mais facilmente aos apelos do consumismo.Da mesma forma,a programação das televisões sem qualidade(de qualidade rasteira) tendem a “emburrecer” os telespectadores que por conta disso, sem perspectivas culturais interessantes se debruçam sobre o consumo como forma de esvaziar frustrações e permitir o status recorrente da competitividade, onde eu me apresento ao mundo como alguém bem sucedido a partir das coisas que posso adquirir. 

A obsolescência do SER é o problema maior em um sistema da descartabilidade dos produtos. A pós-modernidade ao mesmo tempo nos apresenta o hedonismo, prazer máximo em mínimo tempo, e o abandono do passado e do futuro para decretar o deus-prazer da sociedade do espetáculo.As vitrines de Shopping Center se tornaram o altar das novas orações.

O SER é determinado pelo TER, e o ser também pode ser descartado. Posso matar com a legitimidade da sociedade aquele que impede que goze do prazer de usufruir da minha mercadoria. Quanto vale a vida? Depende de quanto vale a propriedade que  perdi. Quanto  vale o conforto que o descartável me proporciona? A continuidade da vida do planeta que agoniza neste processo.

A saída seria o estímulo à educação que busque a construção de novos valores, alternativos aos valores do grande Capital que desconstrói nossa morada e nossa existência. O apelo à cultura e ao conhecimento como valor universal colocará novas perspectivas para existência humana.

O lixo do Capital é o maior problema da humanidade. Ao se tornar a lixeira do universo, o planeta terra pede socorro.

30 março 2011

11 de setembro no Chile.




Com a visita de Obama ao palácio bombardeado "La Moneda",só posso lembrar do 11 de setembro do Chile,onde este vídeo fala por milhares de latino-americanos ceifados pelo terror estadunidense.
 
Um poema em vídeo e prosa que relembra as atrocidades da famigerada "Operação Condor" no Chile,que tanto quanto na América Latina,interrompeu sonhos e vidas.No Chile foram 30 mil e em toda a América latina ainda salta aos olhos as cicatrizes de um continente sangrado pelo imperialismo e por suas elites bolororentas,fúngicas,que ainda teimam em tentar,por vias sofisticadas, dominar os recursos naturais e nossas mãos de obra abundantes e baratas,tudo isso com a anuência das nossas subservientes classes dominantes.

23 março 2011

Obama nas américas.


Uma afronta o discurso do senhor Obama em defesa da democracia estando ele no palco da "Operação Condor" onde os EUA comandaram milhares de mortes,torturas e desaparecimentos daqueles que dispuseram suas vidas à luta por um mundo igualitário.As memórias destes lutadores abnegados e de Alende devem ser lembradas neste momento de luto.

Até mesmo a igreja católica tem reconhecido seus atos pérfidos sobre a história da humanidade,enquanto o senhor da guerra,com roupagem simpática e sob o signo atual de afrodescendência,continua seu périplo pelas américas em busca do sangramento das artérias já sangradas da sangrada e querida América Latina.

No mesmo palco,os mesmos atores com máscaras diferentes encenam o mesmo roteiro de desrespeito e dominação diante de um público,que apesar da aparente inércia,se movimenta para acabar com este espetáculo deprimente de falsificação da realidade.

Prisões políticas e criminalização dos movimentos sociais no Brasil.




Quero com esta postagem fazer uma reflexão e um registro sobre a minha indignação diante das prisões dos ativistas dos movimentos sociais que se manifestaram contra a política estadunidense da manutenção das velhas práticas imperialistas.

Como se houvesse sido suspensa a democracia, arbitrariedades foram cometidas a estes militantes que lutam por uma sociedade mais justa e livre das amarras do Capital. Jovens e senhora foram imediatamente enviados ao sistema penitenciário sem provas concretas sobre o ocorrido.

Este acontecimento se inscreve em um longo processo histórico de criminalização dos movimentos sociais. 

As classes dominantes brasileiras demonstram há muito não saberem conviver com a liberdade de manifestação e mobilização popular. Os meios de comunicação, aparato orgânico das classes dominantes, reproduzem cada ação dos movimentos sociais, tentando a todo momento ,associá-los à atividades ilegais.

A tolerância à diferença de pensamento certamente não é virtude dos meios de comunicação de massa , que tiveram seu crescimento sob as barbas da ditadura militar, um Estado autoritário que financiou as principais corporações da comunicação no Brasil.

É preciso chamar atenção também para a omissão do senhor governador. Comandante maior da polícia estadual ,não se manifestou em nenhum momento sobre o acontecimento, talvez queira estar se credenciando a ser carcereiro  de Mister Obama ,ou ratificar os seus seguidos gestos de ignorar e perseguir os movimentos sociais cariocas. 

Talvez estejamos vivendo em um outro momento histórico, ou talvez a tão decantada democracia ainda não se formou no Brasil. A igualdade jurídica é uma farsa tanto quanto a igualdade econômica e o apelo à democracia só é feito quando velhíssimos interesses dos poderosos não são contrariados.

11 março 2011

PIRATAS DO BRASIL!



Afoita para sustar a diminuição dos seus lucros,a indústria de discos e filmes do Brasil se utiliza há anos de pesquisas(atribuídas à UNICAMP) que apontariam altas taxas de desemprego e diminuição na arrecadação de impostos,graças a “pirataria”.

Acontece que estas supostas pesquisas não existem, desmentidas que foram pela universidade.
Segundo OGLOBO(11/03/2011),instituto contratado pela indústria aponta erros na publicidade das gravadoras,marcadamente ao associar a compra de produtos piratas à criminalidade.

Ainda segundo o instituto,o grande problema da preferência pelos produtos clonados está nos preços,incomparavelmente mais altos do que os que se praticam na Europa e EUA(que possuem poder aquisitivo maior).

Dentre todas as ações do Estado à serviço das gravadoras,está a forte repressão aos camelôs,que vendem seus similares,criminalizando-os,quando são apenas a ponta do iceberg e não a raiz do problema.

A repressão atende à cultura de perseguição aos trabalhadores livres,donde se pode relacionar alguns dos muitos eventos históricos,como exemplo, as campanhas “higienistas” do final do século XIX e início do século XX,passando pelo “Bota abaixo” de Pereira Passos,a perseguição aos sambistas na primeira parte do século XX,ao controle getulista aos enredos das escolas de samba do RJ,até os “choques de ordem ao povo e progresso aos ricos” do prefeito do RJ,dentre tantos fatos que poderiam aqui serem citados.

O que fica claro,é a incorporação dos valores fascistas persecutórios à manifesta-ações populares,reproduzidas historicamente pela consciência coletiva das elites brasileiras que legitimam as ações do Estado brasileiro,bem como em que qualquer área,à serviço dos interesses do grande Capital.

A vergonha da farsa das gravadoras serve de alerta e alardeio sobre a quem interessa  a grande maioria das ações do Estado:aos poderosos economicamente em detrimento da ausência deste mesmo Estado na promoção de postos de trabalho  e de educação formal.

Historicamente, os piratas eram estimulados pelo Estado britânico(tanto quanto os corsários) para o benefício da classe dominante inglesa.E o Estado brasileiro,à quais piratas está à serviço?

10 março 2011

Pré-fácil: "Noel Rosa,poeta da Vila,cronista do Brasil"



O livro "Noel Rosa ,poeta da Vila, cronista do Brasil" destaca a vida rica em experiências de um dos mais talentosos expoentes da cultura popular deste país. Cultura popular massacrada pela indústria de massa nos dias de hoje.

O trabalho de Luís Ricardo Leitão biografa Noel e com ele o Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XX e por consequência, a consciência coletiva da nação.

O autor descreve a vida ,o amor ,a doença e as ricas relações com os "fundadores" do samba com maestria de quem conhece o contexto social da época, construindo por vezes, relações com as precárias manifestações culturais de hoje, massificadas pelos meios de comunicação, que ignoram as raízes e a própria existência de uma cultura original.

 Luiz Ricardo denuncia de forma elegante e sútil (como atribui ao próprio Noel) o mundo em processo de submersão de valores genuínos. A crônica social é clara ao revelar a vida do mestre do samba e expressa às origens das relações socioculturais dos dias de hoje. 

A luta incessante e desfavorável entre memória e esquecimento tem neste livro elemento primordial no prosseguimento da luta contra hegemônica da consciência da história contra a escuridão das trevas do esquecimento de quem somos, do que nos fez, e do que nos faz produzir um dos maiores legados culturais para a humanidade: o samba.

Nas palavras do autor: “Noel, talvez não soubesse, mas ao cantar esse Brasil de tanga... terminou por aquecer eternamente o coração de todos que sonham em despertar do seu sono esplêndido a nossa pátria-mãe sempre tão distraída e subtraída em sinistras transações”.

O nome da coluna é uma brincadeira com o prefácio (um resumo do conteúdo de um livro, exibindo exemplificações de capítulos e narrando o que está introduzido neles. Um prefácio eventualmente contém algumas impressões de terceiros sobre a obra.). É quase fácil descrever aquilo que tem qualidade, é quase fácil dizer que sem os livros eu não seria, não existiria e me deprimiria .Os livros me fizeram.